Afetiva e instintiva sem regras pra quê.



Interroga-se.

Quando preceitos tornam-se regras? Quais os limites do sentir? Onde foi instituída a ordem suprema de rigidez nos formatos? Transforma-os ora, apenas em atos.


É tudo: entendimento e apoio.
Abraço com strogonoff, piada com shoyu.
Sakê sem pimenta, e hashi com elástico.
Madeira de rua, café morno na xícara de plástico; lingerie com buraco, e buraco sem lingerie.
Conte comigo, me dá a mão, vem do meu lado, vamos andando.
Às vezes tudo que a gente precisa é acordar gargalhando.

Sangue que escorre, turbilhão que se forma.


Extasiada, a emoção se formou dentro do corpo que não estava preparado para receber o estímulo, mas ansiava por real prazer.
Ahh, quanto tempo.
Hmm.
Sussurros. De amor?
Então, dor.
Um globo todo parado.
Mas naquele dia o sol não raiou.

Frustrada, deixava partir.
Receio de se arrepender? Óbvio.

Mas com absoluta certeza de que se recusaria a magoar ainda mais aquele doce e incrível amor...

Seremos resistência sem
                                              F

                                                 I

                                                  M
                                                    (?).
[Jade Rosa] - 05/08/21 *Imagem: Abaporu - Tarsila do Amaral, 1928

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